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COMO FAZER UMA RESENHA DE FILME Adaptado de http://profrondys21.blogspot.com.br/2011/11/como-fazer-uma-resenha-de-filme.html Uma Resenha deve conter: Dados completos do filme, composta de:  Sinopse, História, Ambientação, Personagens, Curiosidades, Depoimento. a) Sinopse -  Um máximo de cinco linhas que revela o que estará contido no roteiro do filme. São poucas linhas que devem dar uma ideia geral de toda a história. b) História  - Geralmente esta é a parte maior da resenha, pois embora escrita de forma resumida, pode ter em média 25 linhas. Nesta parte será narrada em linhas gerais a história principal, acrescida das histórias paralelas que contribuem para o desenrolar do filme. c) Ambientação:  (tempo e espaço) - Parte geralmente muito pequena, que fica em torno de 5 a 10 linhas, pois é uma breve descrição dos locais onde se passam as ações da aventura: a época, o País, o Estado, as cidades, os vilarejos, acidentes geográ...
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1. Indicações sobre a estrutura e o processo do “coronelismo” 1 1 - O vocábulo “coronelismo”, introduzido desde muito em nossa língua com acepção particular, de que resultou ser registrado como “brasileirismo” nos léxicos aparecidos do lado de cá do Atlântico, deve incontestavelmente a remota origem do seu sentido translato aos autênticos ou falsos “coronéis” da extinta Guarda Nacional. Com efeito, além dos que realmente ocupavam nela tal posto, o tratamento de “coronel” começou desde logo a ser dado pelos sertanejos a todo e qualquer chefe político, a todo e qualquer potentado. PALAVRAS INTRODUTÓRIAS O fenômeno de imediata observação para quem procure conhecer a vida política do interior do Brasil é o malsinado “coronelismo”. Não é um fenômeno simples, pois envolve um complexo de características da política municipal, que nos esforçaremos por examinar neste trabalho. Dadas as peculiaridades locais do “coronelismo” e as suas variações no tempo, o presente estudo só poder...
CIDADÃOS EM NEGATIVO Em 1881, um biólogo francês que ensinava no Rio de Janeiro, Louis Couty, publicou um livro intitulado A escravidão no Brasil, em que fazia uma afirmação radical: "O Brasil não tem povo". Dos 12 milhões de habitantes existentes à época, ele separava, em um extremo, 2 milhões e meio de índios e escravos, que classificava como excluídos da sociedade política. No outro extremo, colocava 200 mil proprietários e profissionais liberais que constituíam a classe dirigente. No meio ficavam 6 milhões que, segundo ele, "nascem, vegetam e morrem sem ter servido ao país". Não havia em lugar algum, é ainda Couty quem fala, massas organizadas de produtores livres, "massas de eleitores sabendo pensar e votar, capazes de impor ao governo uma direção definida". Em 1925, o deputado Gilberto Amado fez um discurso na Câmara em que, sem citar Couty, repetia a análise, atualizando os dados. Esse importante político e pensador dizia que, de acordo com o...